Michael não tratou aquilo como “sessão de autógrafos”.
Ele tratou como reencontro.
Enquanto lá fora a cidade parava e o trânsito enlouquecia, lá dentro ele olhava nos olhos, segurava as mãos e perguntava baixinho:
“You ok?”
Teve fã que chorou.
Teve pedido de casamento (e ele colocou o anel no dedo, rindo).
Teve conversa sobre piercing no umbigo.
Teve gente que ele fez questão de chamar pelo nome.
Cada pessoa era tratada como se fosse a única no mundo.
E numa época em que diziam que ele precisava “provar relevância”, bastou um aceno para a Times Square parar. Literalmente. Sem performance. Sem anúncio. Sem estratégia.
Não era sobre vender um álbum.
Era sobre estar presente.
Era sobre cuidar das pessoas que cuidavam dele.
Em dias confusos, um gesto simples pode ser invencível.


Няма коментари:
Публикуване на коментар